um titulo qualquer

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

O Baú da caverna própria


Uma parte do que sobra restaurantes e bares em Moab, estado de Utah nos EUA, vai pra uma casa sem luz, água, móveis , etc...
O destino é a caverna onde mora Daniel Suelo, que há dez anos desistiu do capitalismo selvagem, adotando para si, uma vida igualmente rude.



            Daniel hoje em dia mora numa caverna, não é comunista, e diz não estar triste.
Assim como em Na Natureza Selvagem, filme do aclamado diretor, Sean Penn, o persongem principal dessa história, desisitiu dos bens materiais e pessoas ao redor, para viver isolado, sem contato diário com o ser humano.
Sua história cruza com o personagem de Na Natureza Selvagem justamente quando resolveu conhecer o Alaska e a partir dali, rodou os EUA sem destino.                                                           
 Daniel já foi ativista, do tipo que se senta em árvores para impedir sua derrubada, já morou na India, é fã de Dalai lama, mas não se considera fanático por esses mestres, apenas os admira.

O homem das cavernas de Utah, é formado em antropologia pela Universidade do Colorado.
Suelo se diz a favor da tecnologia sim, uma vez que ela não vise apenas lucros, e sim traduzam necessidade.
Marcelo Paiva

TCC e suas múltiplas sensações




O trabalho de conclusão de curso (TCC, eventualmente chamado trabalho de graduação interdisciplinar, trabalho final de graduação, projeto de formatura ou projeto experimental, com suas respectivas siglas) é um trabalho acadêmico amplamente utilizado no ensino superior, como forma de efetuar uma avaliação final dos graduandos, que contemple a diversidade dos aspectos de sua formação universitária.
Ah quem diga que sua vida social acaba. Mas pessoas focadas e dedicadas conseguem ter vida tripla nesse período.
Cada capítulo de um TCC que você entrega fechado para o seu orientador e vê que você é capaz de aplicar todas as ferramentas aprendidas nos últimos 4 anos remete a primeira e a segunda  sensação, de alívio e felicidade ao mesmo tempo.
Quando optamos fazer o TCC, desmarcamos compromissos, nos irritamos, rimos, gritamos, choramos, passamos raiva, mas também sentimos orgulho e muito.


No dia da impressão do trabalho concluído a emoção vem à tona. Vem tudo na sua cabeça na hora: sua trajetória, alegria, tristezas,desanimo,falta de interesse, falta de dinheiro, parênteses fora de hora na sala de aula, todo seu esforço, os elogios, as brigas, mas o importante é sentir orgulho  da sua atitude é o que mais prevalece, pois você vê sua capacidade de aplicar tudo o que conhece, não só com o que aprendeu academicamente mas também profissionalmente.


A ansiedade começa na pré-banca, hora de se posicionar, corrigir erros, procurar citações. E aguardar seu coordenador marcar a banca e ficar preparado para quais as sensações depois de apresentar e ser sabatinado pelos componentes da banca. Mas reflita como é bom fazer o TCC, é um diferencial pra toda sua vida e um experiência única.

 Kélen Silvério

flop videoclipe


Mas um programa virtual produzido por estudantes de jornalismo do Centro Universitário do Sul de Minas

F.O.M.O




Já se sentiu ansioso por não saber o que as outras pessoas estão fazendo ou postando no Facebook? Aquela sensação de perda quando você está em uma festa e vê a foto (no seu celular com internet) do seu amigo mostrando para onde ele foi?
O medo de ficar por fora do que está acontecendo tem até nome em inglês: F.O.M.O. (fear of missing out). Quem diagnosticou o fenômeno e o classificou como síndrome foi o professor de psicologia da Duke University, Estados Unidos, Dan Ariely. Ele afirmou ao New York Times que o F.O.M.O. tem relação com um sentimento de arrependimento, medo de ter feito uma decisão errada sobre como passar o tempo. Isso está fazendo muita gente perder o controle, principalmente adolescentes e jovens adultos. Sem contar as tarefas deixadas de lado para poder ser o primeiro a postar novidades nas redes sociais. Mas, por que isso está acontecendo?
Vivemos a era da comunicação. As informações chegam de todos os lados e você também pode buscá-las a qualquer momento, é só você se conectar. Porém, por mais que se leia, ouça, veja e compareça é comum nos sentirmos um peixe fora d’água em certos momentos. Não basta mais ser bom profissional, cuidar da família, etc e tal. É preciso ser uma enciclopédia ambulante, para não ficar por fora, quando o assunto é informação, entretenimento e cultura, seja útil ou inútil. Tudo parece ampliado. São milhares de filmes, séries, livros, jornais, revistas, redes de compartilhamento. Ser antenado se tornou uma tarefa árdua e estressante.     
 Mas com isso, você acaba vivendo uma vida virtual e esquecendo da vida real. Perdemos muito tempo com isso. Hoje muitos casais conversam mais por celular e por rede social do que pessoalmente, vestem uma máscara no mundo virtual e querem continuar com ela no real, mas não conseguem.
Por que não excluir as mensagens supérfluas mais rápido? Vivemos nossos instantes ou apenas queremos estar presentes, estar inseridos em quase tudo? Acredito que além de vítimas também somos culpados pelo F.O.M.O. Cabe a nós descobrir e filtrar o que é realmente importante para nossas vidas no playground do mundo digital. Ou então, vamos pagar um preço alto que afeta nossa saúde e o modo que interpretamos e vivemos a vida.  (Lívia Lemes)





quarta-feira, 3 de outubro de 2012

O SOLITÁRIO E DIFERENTE MUNDO DOS HIKIKOMORIS

A vida corrida das grandes cidades decorrente do capitalismo selvagem e a necessidade de precisarmos  estar em vários lugares ao mesmo tempo -  e por isso mesmo  sempre conectado à internet- são motivos mais do que reias em algumas pessoas, como: transtornos de comportamento , stress, síndrome do pânico e muitas das vezes, depressão.
São  esses alguns motivos que podem levar uma pessoa a se exilar da sociedade. Comportamentos anti-sociais desde se afastar de amigos e procurar fuga em alcool ou droga até não mais sair de casa, são reais.

O cineasta Jooh-Ho Bong acerta,  ao mostrar  ao expectador,  as formas de se relacionarem com o mundo, dos Hikikomoris. Homens e mulheres  japoneses que se recusam a sair de casa, e sobrevivem a partir do que tem entre quatro paredes.
Não há contato exterior, a não ser pelo método ''delievery'' de comer, consumir produtos diversos e bens de serviço. No filme, um homem de meia idade conhece durante a trocentésima entrega de pizza em seu muquifo, a possível ''libertadora'' de sua vida trancafiada, uma vez que se apaixona pela garota e depois de um sumiço por parte da moçoila,  se propõe a encontrá-la, começando uma alucinada ''caçada'' pelas ruas de Toquio, o que muito o deixou assustado: A capital japonesa está lotada de hikikomoris, e por conta disso as ruas estão vazias.

O lado hikikomori do filme pode parecer um jeito auto-suficiente e alternativo de se viver, mas na internet existem vídeos de famílias obrigando seus adolescentes a sairem dos seus quartos, em cenas de quase violência, lembrando em muito as capturas de esquisofrênicos, por clínicas de saúde mental.
A internet, através das redes sociais, nos revela  que cada vez mais, os Hikikomoris não estão apenas no Japão, mas estão bem ao nosso lado, ou até mesmo o pior: Dentro de nossas cabeças...

Serviço: 'Tokyo'', de 2008, dos diretores Michel Gondry, Leos Carax e Jooh-Ho Bong, distribuidora: Vitagraph Films

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Flop na Rede: o "Eu te amo!"

                   
                O Flop é um programa virtual produzido por estudantes de jornalismo do Centro Universitário do Sul de Minas

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Ritmos que marcaram as gerações através de filmes e  telenovelas


Discoteca
Dancin’ Days

Foi popularizada mundialmente com o filme Os embalos de sábado à noite, com John Travolta . O termo danceteria (que já é uma desambiguação de discoteca) foi criado durante a ressaca da discoteca (lugar onde se tocava Música Disco) já no final dos anos 70 e início dos 80. Época que as mulheres usavam meias brilhantes e sapatos intitulados  melissa,que na atualidade voltaram na moda com força total. Usado nos salões o estroboscópio dava um brilho todo especial na festa e nas pessoas que frequentavam o local. No início dos anos 80, a discoteca acabou agonizando e os empresários envolvidos se afundaram num mar de dívidas e começaram então a sinalizar a necessidade de reciclagem. Foi então que o meio Música disco teve seu grande auge nos anos 70, em nível mundial. Nos anos 80 e 90 poucos espaços desfrutaram de um certo estatuto e na primeira década do século XXI saíram das cidades e ganharam o campo - é a denominação de Rave, que também encontra uma ligação e com os termos danceteria e discoteca.
Música Cigana
Explode Coração
Entre 1995 e 1996 a moda cigana tomou conta das mulheres brasileiras. A novela de  Glória Perez conta  a história de  Dara, uma jovem cigana que se orgulha de suas origens, mas se recusa a ficar presa às tradições.
Na época lojas lucraram com vendas de bijouterias como pulseiras e tornozeleiras. A música cigana tem grande referência da musica indiana ,pois migraram da India para o leste europeu se espalhando pelo mundo.
Lambada

Rainha da sucata

A lambada é um gênero musical surgido no Pará, na Anos 80, tendo como base o carimbó e a guitarrada, influenciada por ritmos como a cumbia e o merengue.
A lambada dança teve sua origem a partir de uma mudança do carimbó que passou a ser dançado por duplas abraçadas ao invés de duplas soltas. Assim como o forró, a lambada tem na polca sua referência principal para o passo básico, somando-se o balão apagado, o pião e outras figuras do maxixe.



Kaoma foi um  grupo musical franco-brasileiro de lambada, que lançou com êxito o estilo musical na Europa.
No exterior e aqui, a lambada torna-se um grande sucesso e em pouco tempo estava presente em filmes como a Dança proibida e praticamente todos os programas de auditório aparecendo até em novelas como rainha da sucata . É a hora dos grandes concursos e shows. A necessidade do espetáculo faz com que os dançarinos criem coreografias cada vez mais ousadas, com giros e acrobacias.E o grande apogeu das saias rodadas.
Atualmente encontramos lambaterias e professores de lambada em diversos pontos do planeta e ainda que a chamem de zouk, muitos viveram e vivem dela até hoje.



Carimbó

Amor eterno amor
O carimbó é uma dança indígena, pertencente ao folclore amazônico, que é uma das principais fontes rítmicas da lambada. Na forma tradicional, o carimbó é acompanhado por tambores de tronco de árvores afinados a fogo. Atualmente o carimbó tem como característica ser mais solto e sensual, com muitos giros e movimentos onde a mulher tenta cobrir o homem com a saia.A maior influência hoje do Carimbó em todo território nacional é a banda Calypso (de Joelma e Chimbinha) que o apresenta a todo o Brasil, com todo um figurino colorido e alegre. Lia Sophia é a sensação do momento nascida na Guiana Francesa e criada em Macapá despontou na cena musical em Belém do Pará  com regravações de grandes clássicos da música brega da região norte.E atualmente esta com a música de trabalho “ Ai menina “
Brincos De Pena em Artesanato,e extravagantes são o sucesso do momento.


Arrocha
 Novela  Avenida Brasil
Um  gênero musical e dança brasileira originário da Bahia.Em 2004,o arrocha começou a ganhar espaço em muitas rádios baianas. Porém, surgiu uma grande polêmica na época em relação ao arrocha como "movimento musical", já que continha letras pouco elaboradas.
Alguns nomes ajudaram a difundi-lo e hoje são de reconhecimento nacional: Amor Intenso, Tayrone Cigano, Asas Livres, Grupo Arrocha, Márcio Moreno, Silvanno Salles e a considerada "rainha do arrocha", Nara Costa. As letras tem muito em comum com o Brega, com a adição de sons de Teclado e batidas eletrônicas, e o ritmo faz grande sucesso particularmente nas regiões Norte e Nordeste.



O termo "arrocha" é recente, mas a música em si já existia desde meados dos anos 70, quando admiradores de Odair José, Reginaldo Rossi, Fernando Mendes e Waldick Soriano, na medida em que compravam um teclado eletrônico, passaram a cantar as músicas de seus ídolos em bares e boates, em regiões suburbanas ou interioranas no país.
Após algum anos,apesar ainda continuar firme, o ritmo foi sendo esquecido pela mídia em geral. No final dos anos 90, empresários do ramo musical perceberam no seu grande apelo popular uma grande oportunidade de lucro, e a partir daí surgiu o primeiro ídolo, já nos anos 2000, chamado Lairton, alcunhado de "Lairton e seus teclados", que ficou conhecido com a música "Morango do Nordeste" (apesar da mesma não ser de sua autoria).
Muitos cantores se destacaram cantando Arrocha, como Sandra Cristina,Grupo Belo Ser,Tayrone Cigano,Roberto Bessa, Nara Costa, Silvano Salles, Márcio Moreno, Asas Livres, Grupo Arrocha, Tatal Matos, Trem Xônado, Toque Novo, Latitude 10, Bonde do Maluco, Léo Magalhães, Ninjas do Arrocha, Kuarto de Empregada, Ardente Paixão , Saulo Calmon, Pablo a voz Romantica, Flavia & Nano, Paula e a Mulherada, Trio da Huanna, Israel Novaes, entre outros.
 E a moda é barriguinha de fora, calça colada, brincão, o visual da periguete, há quem discorde. Mas esse é um assunto pra outra postagem. Até a próxima